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domingo, 9 de outubro de 2011

Conhecendo os livros

A maior dificuldade quando nos referimos a leitura é encontrar um livro que de fato seja interessante e instigante. Assim, conhecer a temática dos livros é fundamental para que haja esse desejo a leitura. No site http://www.livroclip.com.br/  encontra-se uma variedade de livros em formato de clip, que contam de forma condensada e interativa o contexto de obras literárias.

Aluno: Ler pode se tornar uma ferramente muito importante para seu crescimento intelectual e pessoal. Está em duvidas quanto ao livro que deve ler? Acesse esse site e descubra o livro que mais lhe agrada!

Professor: Quer tornar suas aulas de literatura mais interativas e que de fato estimule seus alunos a leitura dos livros de nossa literatura? Acesse o site e utilize desse recurso didático para dinamizar suas aulas!

Caso tenha dificuldades para acessar os clips nas seguintes paginas também é possível assisti-los: 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Ditadura militar: Pra dizer que não falei das flores


 "Pra dizer que não falei das flores" é uma música de Geraldo Vandré que trata da ditadura militar, momento de grandes revoltas, mas também de enormes conquistas para o povo brasileiro. Em um momento em que os militares comandavam o país e escravizavam a mente e os direitos da população, a musica foi dos recursos que expressavam a angustia e os desejos do povo brasileiro.  



A importância dessa musica para a história do Brasil é incontestável, muito se fala dela até hoje, como também são inúmeras as interpretações dessa mesma canção, que hoje pode abranger significados ainda maiores, já que supostamente não somos regidos por militares. Atualmente, quando fazemos menção a essa musica, estamos nos referindo as inúmeras mazelas em que sobrevive a sociedade brasileira e que hoje aflige       
 o desenvolvimento de nosso país.
Atualmente um dos interpretes dessa musica é a banda charlie brown jr, que traz uma abordagem bem inovadora para o publico jovem, porém sem perder a essência original da canção.



Levar canções de um contexto social tão importantes quanto essa musica para sala de aula é transformar um contexto em realidade, seja para analise da própria composição, como também analise histórica da mesma.
Assim, quando fazemos esse tipo de trabalho com alunos é importante que procuremos atualizações para que torne  a musica mais aceitável, e logo  possa torna-la um contudo de apoio no ensino/aprendizagem.

domingo, 19 de junho de 2011

Literatura de textos literários nas aulas de Geografia

Poemas, romances e crônicas são um material valioso para mostrar, por pontos de vista diferentes, como o homem e o ambiente interagem

O ESPAÇO NA POESIA Alunos da EMEF Conde Pereira Carneiro estudam migração com Morte e Vida Severina
Foto: Marcos Rosa
"O meu nome é Severino, / como não tenho outro de pia/ Como há muitos Severinos,/ que é santo de romaria,/ deram então de me chamar/ Severino de Maria." Com esses versos tirados do livro Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), a professora Tânia Pinto de Figueiredo, da EMEF Conde Pereira Carneiro, em São Paulo, começou uma aula para a 8ª série sobre o processo migratório brasileiro. 

A Geografia, disciplina que Tânia leciona, mostra sob variados ângulos o ambiente em que vivemos - formado por paisagens naturais e culturais em transformação - e ensina como lê-lo. Nos textos de informação, o sertão de Severino, por exemplo, é descrito de forma bem diferente da encontrada na produção de Melo Neto ou de outros escritores e poetas. "A literatura é capaz de dar uma visão mais humanística do espaço geográfico, complementar à que a moçada conhece dos mapas e materiais didáticos", diz Sueli Furlan, docente da Universidade de São Paulo (USP) e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10. Por isso, ela pode ampliar e facilitar o aprendizado desses conteúdos.
 

"O texto literário, além de gostoso de ler, é uma fonte histórica", completa Sueli. De acordo com ela, são muitas as obras ricas em conteúdos sobre o espaço geográfico.
 Grande Sertão: Veredas eManuelzão e Miguilim, de Guimarães Rosa (1908-1967), Os Sertões, de Euclides da Cunha (1866-1909), Macunaíma e Paulicéia Desvairada, de Mario de Andrade (1893-1945), são bons exemplos. 


As crônicas também oferecem diferentes retratos da sociedade 
Não só os romances e as poesias são indicados para esse tipo de trabalho. As crônicas também oferecem um panorama da sociedade em diferentes épocas e locais. Os textos da coluna de Clarice Lispector no jornal
 Comício, reunidos no livro Correio Feminino, são uma alternativa valiosa. Com eles, é possível abordar o papel da mulher. "O lar é o lugar onde devemos encontrar a nossa paz de espírito num ambiente limpo, sadio e agradável, e cabe à mulher providenciar isso. (...) A dona de casa é a que faz da sua casa o lugar de descanso e felicidade do marido e dos filhos." O trecho escrito por Clarice pode causar estranheza em muitas mulheres de hoje, mas no início da década de 1950, na época em que foi publicado, era um retrato fiel do dia a dia de milhões de brasileiras. 

"Valendo-se dos 'pequenos textos inofensivos' sobre o comer, o vestir, o enfeitar-se, a autora instiga as leitoras a refletir sobre as duas realidades em que se encontra a sociedade: o mundo das simulações e o da verdadeira natureza das coisas", defende Aparecida Maria Nunes, no prefácio do livro. Ao ler os conselhos que a escritora dava às mulheres em meados do século passado e compará-los com o cotidiano atual, o aluno compreende as mudanças na relação homem mulher nos últimos anos e entende que o espaço geográfico está sempre em transformação.
Ler em Todas as Disciplinas
NOVA ESCOLA está lançando uma edição especial sobre o papel da leitura do 6º ao 9º ano. O material traz reportagens sobre os gêneros de texto privilegiados pelas oito disciplinas, apresentando os procedimentos de apoio à leitura mais usados. Tudo para ajudar o aluno a entender o que lê. A revista chega às bancas no dia 27 de novembro por 4,90 reais.


Dois caminhos são válidos na hora de usar a ficção 
Para trabalhar os textos literários em Geografia, o professor precisa definir os objetivos da leitura e escolher as publicações que melhor se adaptem aos conteúdos a serem ensinados. Os pontos que serão focados devem estar claros. Definido o livro, há duas opções: usar a obra para finalizar o estudo de um assunto e ilustrar os conteúdos que a turma aprendeu nas aulas anteriores ou apresentá-la aos alunos para dar início à discussão de um tema que será aprofundado com o apoio do livro didático.
 

Essa última foi a opção da professora Tânia para explicar a migração no Nordeste do país. Ao levar para a sala o livro
 Morte e Vida Severina - que conta a saga do retirante Severino ao deixar o sertão da Paraíba em busca de um futuro melhor na capital -, ela aproveitou, além da descrição da paisagem, os detalhes sobre a vida da população (leia a sequência didática). 

Para começar a leitura em sala, ela mostrou aos jovens apenas a capa da obra e pediu que eles levantassem hipóteses sobre a história. O que o título sugere? Será que "vida severina" se refere à vida de uma pessoa que tem esse nome? As respostas foram variadas e cada um anotou as impressões que tinha numa ficha. Terminado o aquecimento, ela contou à turma quem é o autor, falou um pouco sobre a vida e as ideias dele e explicou a trama. Depois, escolheu os trechos que tinham uma relação próxima com o conteúdo geográfico a ser abordado.
 

Tânia leu o seguinte trecho em voz alta para a turma: "(...) Vejamos: é o Severino/ da Maria do Zacarias,/ lá da serra da Costela,/ limites da Paraíba. (...) Somos muitos Severinos/ iguais em tudo e na sina:/ a de abrandar estas pedras/ suando-se muito em cima/ a de tentar despertar/ terra sempre mais extinta/ a de querer arrancar/ alguns roçados da cinza".
 

Esse foi o passaporte para que os adolescentes entrassem na história e vivenciassem, por meio do texto, a seca do sertão nordestino. Uma série de perguntas surgiu com base nos versos. Tânia, então, direcionou o olhar da classe para temas específicos da disciplina: onde se passa a história? Como é o clima nessa região? E a terra, é fértil? "Para entender o universo e suas transformações, o aluno precisa aprender a ler e entender o texto. O professor deve ajudar nisso", defende a professora. Ao conduzir a aula desse modo, ela detalhou os conteúdos que seriam trabalhados nas aulas seguintes, tornando-os mais próximos da turma.






Como trabalhar textos literários nas aulas de Geografia
Sueli Furlan, docente da Faculdade de Geografia da USP e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10, comenta as possibilidades de enriquecer o trabalho em sala de aula por meio da leitura de textos da literatura nacional e estrangeira.








Utilizar a leitura de textos literários como artifício para o ensino de Geografia é uma das formas mais inovadoras de trabalhar conteúdos, por vezes, complexos e desanimadores para os alunos. O ensino de Geografia por meio desse tipo de leitura enriquece o universo teórico e critico do aluno, fazendo com que o mesmo interaja com o assunto ensinado em sala, e ao mesmo tempo, consiga associar esse conhecimento aos textos literários, ou seja, levando em consideração o clima e a região.

 Dessa forma, o aluno irá aprender de maneira interativa e certamente, aprenderá melhor o conteúdo, pois os conceitos geográficos estudados serão associados aos contextos dos  textos literários.  

Caso queira saber mais sobre o assunto, acesse o site: www.novaesocla.com.br



Saber ler em todas as áreas

De fato é notório a importância da leitura em todas as áreas do conhecimento, o texto publicado pela revista Nova Escola, traz sugestões de trabalhos com a leitura em algumas disciplinas do saber. Leia e comente!


Como várias disciplinas do currículo podem contribuir para a formação de bons leitores

Quase todo gestor já ouviu um membro da equipe comentar que os alunos não conseguem fazer algum exercício por não entender o enunciado. Nessas horas, em vez de torcer o pescoço em direção ao professor de Língua Portuguesa, pode-se aproveitar a chance de estimular os educadores das diferentes áreas a refletir sobre seu papel na formação de leitores. Se está claro que cada disciplina ganha quando a leitura é aperfeiçoada, também precisa ficar evidente que todos podem contribuir para que os estudantes entendam o que leem. 

A edição especial de NOVA ESCOLA
 Ler em Todas as Disciplinas traz 20 exemplos de professores de todas as áreas da Educação Básica que trabalharam com os alunos estratégias para melhorar a compreensão de textos, informações e imagens. Algumas dicas valem para todos os docentes, como ensinar a fazer anotações que desenvolvam o conceito, grifar os trechos essenciais e resumir com um objetivo bem definido. Outras são mais específicas e pertinentes a algumas disciplinas, como os exemplos dados a seguir. 

Arte
Filmes, músicas e imagens precisam ser lidos por etapas. Os estudantes devem passar pela descrição da obra, depois pela análise do estilo e pelo conhecimento do autor para só então chegar à mensagem que o artista pretende transmitir, ou seja, à interpretação.
 

Ciências
Para a comunidade científica, uma bula de remédio organizada por tópicos é um dos textos mais fáceis de entender, mas a maioria das pessoas não acha tão simples. Cabe ao professor de Ciências ajudar os estudantes a explorar a precisão dos relatórios com conclusões de pesquisa, os textos instrucionais para fazer experiências e reportagens que abordem questões de saúde, alimentação, meio ambiente e tecnologia.
 

Educação Física
Os movimentos - a base de esportes, jogos, lutas e danças - expressam muitos significados da cultura em que estão inseridos. Para ensinar os alunos a lê-los e interpretá-los, o professor de Educação Física pode usar infográficos, vídeos e narrativas de atividades. 

Geografia 
Além dos textos didáticos, é preciso, nessa disciplina, ler o espaço - composto de paisagens naturais e culturais em transformação. Há também croquis, mapas, fotos e imagens de satélites que servem de apoio desde que sejam compreendidos. O aluno precisa entender também títulos, legendas e escalas.
 

História 
Procurar a contextualização de época em um texto, imagem ou mapa exige uma habilidade específica de leitura. Em História, os alunos devem aprender a colocar fatos em ordem cronológica, comparar fotos e mapas antigos com representações atuais do mesmo espaço e buscar em textos literários e jornalísticos elementos que colaborem com a compreensão do passado - como a descrição de roupas, de costumes e do contexto social e político. O professor pode colaborar ainda com a aplicabilidade dos tempos verbais e o incentivo à construção de relatos pelos alunos.
 

Língua Estrangeira 
O uso de diferentes gêneros desde o início do aprendizado de um idioma tem mais sucesso do que o caminho tradicional de tradução e memorização de palavras. Mesmo sem entender cada vocábulo, é possível desenvolver a habilidade de entender o contexto geral e, aos poucos, propor objetivos específicos. Para tanto, o professor dispõe de esquemas elaborados com perguntas ou com uma linha do tempo.
 

Língua Portuguesa 
O professor de Língua Portuguesa pode assumir a função de auxiliar os colegas, porém é sua função colocar as turmas em contato com gêneros menos abordados nas demais áreas, como poemas, crônicas e contos, e trabalhar para aumentar o vocabulário dos estudantes com a exploração de textos mais difíceis.
 

Matemática 
Os textos dos problemas matemáticos exigem a proficiência em leitura. Os alunos precisam entender a que se refere cada número para analisar como chegar à resposta. O professor da disciplina deve ajudá-los a fazer as perguntas certas e conseguir relacionar os dados. Uma alternativa é pedir aos alunos que, antes de fazer os cálculos, falem com as próprias palavras sobre os caminhos para encontrar a solução.

 

Gostou da leitra e quer se informar mais a respeito desse assunto? Acesse o site da Nova Escola: www.novaescola.com.br

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Linha do tempo - Educar para crescer

Muito legal essa linha do tempo com indicação de livros para estudantes de 2 a 18 anos. É uma publicação da revista crescer e contempla obras nacionais e internacionais.Dezoito educadores selecionaram 204 obras essenciais para serem lidas do ensino fundamental ao médio. São livros para uma vida! É só navegar pelo link abaixo e conferir.

Deixem eu ser brasileiro!

        Sou tradutor profissional há mais de vinte e cinco anos e a experiência acumulada nesse tempo me confere uma cristalina certeza: os revisores que trabalham nas nossas editoras pertencem a uma seita secreta com a missão de boicotar ao máximo o português brasileiro, impedir que ele se consagre na língua escrita para preservar tanto quanto possível a norma-padrão obsoleta que eles julgam ser a única forma digna de receber o nome de “língua portuguesa”.

        Sempre fico irritado quando recebo os meus exemplares de tradutor e, ao reler o que escrevi, encontro uma infinidade de “correções” que representam a obsessão paranóica de expurgar do texto escrito qualquer “marca de oralidade”, qualquer característica propriamente brasileira de falar e de escrever o português. É sistemático, é premeditado (só pode ser). Todos os “num” e “numa” que uso são devidamente desmembrados em “em um” e “em uma”, como se essas contrações, presentes na língua há mais de mil anos, fossem algum tipo de vício de linguagem. Me pergunto por que não fazem o mesmo com “nesse”, “nisso” etc., ou com “no” e “na”. Por que essa perseguição estúpida ao “num”, “numa”? O mesmo acontece com o uso de “tinha” na formação do mais-que-perfeito composto: “tinha visto”, “tinha dito”, “tinha falado” são implacavelmente transformados em “havia visto” etc., embora qualquer criancinha saiba que o verbo “haver”, no português brasileiro, é uma espécie em extinção, confinada a raríssimos ecossistemas textuais…

        É claro que o sintoma mais visível e gritante desse boicote consciente ao português brasileiro é a putrefacta colocação pronominal. A próclise, isto é, o pronome antes do verbo, é veememente combatida, ainda que ela seja a única regra natural de colocação dos pronomes oblíquos na nossa língua. O combate é tão furibundo que até mesmo onde a tradição gramatical exige a próclise ela é ignorada, e os livros saem com coisas como “não conheço-te”, “já formei-me”, “porque viram-nos”. Isso para não mencionar a jurássica mesóclise, que alguns necrófilos ainda acham que é uma opção de colocação pronominal, desprezando o fato de que se trata de um fenômeno gramatical morto e enterrado na língua dos brasileiros há séculos.

        Senhoras revisoras e senhores revisores, deixem a gente escrever em português brasileiro, pelo amor de Oxum! Consultem os seus calendários: estamos no século 21! Vão estudar um pouco, saiam de sua redoma de vidro impermeável às mudanças da língua e venham aprender como se fala e se escreve o português do Brasil! Leiam alguns verbetes dos nossos melhores dicionários e aprendam que não tem nada de errado em escrever “assisti o filme”, “deixa eu ver”, que a forma “entre eu e você” não é nenhum atentado contra a língua, nem muito menos “eu custo a crer”! Esqueçam o que dizem pasquales, sacconis e squarisis, esses charlatães da gramática que não enxergam um palmo adiante do nariz! Ouçam os apelos de José de Alencar, Mário de Andrade, Monteiro Lobato e tantos outros que há tanto tempo pedem, suplicam, imploram: deixem eu falar e escrever na minha língua, na língua que é a única capaz de expressar meus sentimentos, emoções e idéias! Deixem eu ser brasileiro, deixem eu escrever para ser entendido pelos meus contemporâneos!



Marcos Bagno

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Leitura nos estudos matemáticos

Parte I


Parte II

Parte III


    O filme "Donald no país da matemática" é um curta metragem que aborda as mais diferentes temáticas da área das ciências exatas. O mencionado filme tem o intuito de mostrar que mesmo a disciplina, por algumas pessoas, tida como a mais complexa, também pode ser interessante e divertida. Esse trabalho interativo e dinâmico é apresentado no filme por meio de jogos, musicas e exercícios mentais, tudo para tornar o ensino e aprendizagem da disciplina ainda mais cativante.
O curta também ressalta a importância de estudar a história da matemática para um melhor entendimento dos estudos atuais. É importe lembrar que esse conhecimento teórico e histórico, só é tido por meio de muita leitura!


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Uma pontuação para se pensar.

A ABI (Associação Brasileira de Imprensa) lançou esta campanha:
























Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.

Não espere.


Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.


Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.


Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.


E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.


Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.


A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.


Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Quando o assunto é pontuação, não existe meio termo. Uma vírgula fora de lugar muda todo o sentido do que queremos dizer. Por isso, de primeira mão, para quem gostou, quero deixar uma belissíma indicação: o poema "No Reino da Pontuação" de Lewis Carrol e Edward Lear - poetas alemães. Este poema é uma narrativa de fundo ético protagonizada por seres inanimados, neste caso, vírgulas, pontos, travessões. Esses poetas encenaram em versos como seria se de repente os sinais gráficos ganhassem vida e lutassem entre si. LEGAL NÃO É???

Então leia mais em REVISTA DA LÍNGUA! (de N 68/junho de 2011)

Você vai adorar, depois não esqueçam de voltar e comentar!

domingo, 12 de junho de 2011

Os novos livrinhos do AEE (Atendimento Educacional Especializado)

No site do MEC está disponível um excelente material!  Lá podemos encontrar 10 fascículos sobre cada tipo de necessidade especial, além das leis e decretos que regem a Educação Especial.  Essencial para os professores que desejam se qualificar nessa área.

domingo, 17 de abril de 2011

Repensar a Educação.

Formado em Teologia, com título de Mestre pelo Union Theological Seminary, Doutor em Filosofia (Ph.D.) pelo Princeton Theological Seminary, psicanalista formado pela Sociedade Paulista de Psicanálise. Essas são apenas algumas das informações do currículo de RUBEM ALVES, que além disso é também professor e escritor. Autor do livro educacional A alegria de ensinar, esse cara mega inteligente e de discurso agradabilíssimo dá sua opinião sobre o sistema educacional em sua crônica Gaiolas e Asas, em que repensa a educação de modo livre e incentivador. Olha só um trechinho do que ele diz:

"Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.Esc olas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado."

Gostou? Quer ler este texto na íntegra? Então CLIQUE AQUI. O texto está disponibilizado no site do próprio Rubem A CASA DE RUBEM ALVES. A idéia do autor foi fazer com que o leitor sinta-se em casa, dê uma volta pela sua cozinha, por seu quarto de badulaques, seu jardim, seu hall de entrada... e funcionou! Entrando no site a gente se sente em casa e desfruta de textos leves, super prazerosos! Vale muito a pena ver e conhecer um pouquinho mais da obra dessa cara super cabeça!
 
Quer saber mais ainda sobre Rubem Alves? CLIQUE AQUI, acesse o site RELEITURAS e saiba mais sobre as obras e os feitos do autor. Pra complementar e ajudar o pessoal do PIBID E LEITURA, deixando-nos um comentário: e aí, você concorda com essa perspectiva da educação? Fale conosco!
 
Beijo e até!
 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Ilha das flores



O codumenário A Ilha das Flores foi produzido por Jorge Furtado.
O vídeo traz um entrelaçar surpreendente da obviedade das coisas mostrando de forma simples e quase científica a situação social e econômica de alguns brasileiros e como estamos indiretamente ligados a isso. Um vídeo que vale a pena ser assistido e refletido.



"Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta. Não tem ninguém que a explique, e ninguém que não entenda"

Cecília Meireles

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Línguas: Vidas em Português

Este agradável documentário mostra cenas cotidianas de falantes da língua portuguesa em várias regiões do mundo – de Moçambique à Portugal, das favelas do Rio de Janeiro à Goa (ex – Colônia de Portugal na Índia). Um vídeo que nos mostra o quanto a língua que falamos nos torna mais próximos de pessoas aparentemente distantes.

Lançado em 2004 no Brasil e em Portugal
Em uma direção de: Victor Lopes
Autores: João Ubaldo; José Saramago;
Mia Couto e outros.